{"id":7206,"date":"2011-02-06T09:11:15","date_gmt":"2011-02-06T12:11:15","guid":{"rendered":"http:\/\/joseluizalmeida.com\/?p=7206"},"modified":"2011-02-06T09:11:15","modified_gmt":"2011-02-06T12:11:15","slug":"fragmentos-do-meu-pensamento-8","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/joseluizalmeida.com\/?p=7206","title":{"rendered":"Fragmentos do meu pensamento"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #000000;\">&#8220;[&#8230;]Tenho procurado, sempre, um ponto de equil\u00edbrio. Como um p\u00eandulo, \u00e0s vezes oscilo, hesito, vou l\u00e1, venho c\u00e1. Sou assim mesmo: igualzinho a todo mundo, igualzinho a todos voc\u00eas, sem tirar nem por. Mas nunca perco a no\u00e7\u00e3o do tempo e do espa\u00e7o. Sei controlar as minhas emo\u00e7\u00f5es \u2013 paro, penso, reflito, conto at\u00e9 cem, para, s\u00f3 depois, agir \u2013 determinado, obstinado, s\u00f4frego, \u00e1vido \u2013 igualzinho a muitos dos senhores.<br \/>\nSou, muitas vezes, desabrido, imoderado, insolente. Nada, no entanto, que ultrapasse os limites do razo\u00e1vel. Mas, afinal, todos somos assim. Eu n\u00e3o sou diferente de ningu\u00e9m.<br \/>\nSei, inobstante, ponderar e decidir com sensatez. Sou, \u00e0s vezes, inclemente. Mas, afinal, intolerante, muitas vezes, todos o somos, dependendo das circunst\u00e2ncias. N\u00f3s nos revelamos de acordo com as circunst\u00e2ncias, conv\u00e9m sublinhar.<br \/>\nSei at\u00e9 onde posso ir, importa reafirmar. A minha vereda est\u00e1 aberta, e foi aberta por mim, a partir das minhas convic\u00e7\u00f5es, dos meus ideais, da minha tenacidade, sem atropelar ningu\u00e9m, sem maldade, sem rancor e sem \u00f3dio.<br \/>\nNada temo na defesa dos meus pontos de vista. Sigo em frente, vou adiante, ao ritmo da balada que escolhi para dar vaz\u00e3o aos meus sentimentos e as minhas mais empedernidas convic\u00e7\u00f5es.<br \/>\nA minha mente, a minha condi\u00e7\u00e3o de ser racional me mant\u00e9m sob controle, como, afinal, controla a todos n\u00f3s \u2013 uns mais, outros menos.<br \/>\nNas minhas rela\u00e7\u00f5es pessoais, sei sopesar, ouvir os dois lados, decidir com sensatez e equil\u00edbrio, respeitar as diferen\u00e7as. Sei, sim, da import\u00e2ncia de respeitar as diferen\u00e7as. Faz bem \u00e0s rela\u00e7\u00f5es respeitar o espa\u00e7o do semelhante. E isso eu sei fazer.<br \/>\nMalgrado todas as minhas limita\u00e7\u00f5es, todas as minhas fraquezas, ainda sou capaz de n\u00e3o ir al\u00e9m, de discernir e direcionar os meus passos, de escolher a via mais segura \u2013 ou a que suponho ser a mais segura.<br \/>\nMas que ningu\u00e9m se iluda: persevero, finco p\u00e9, n\u00e3o arredo das minhas convic\u00e7\u00f5es, n\u00e3o me afasto dos meus ideais \u2013 que, afinal, todos sabem quais s\u00e3o, a partir do que leem no meu blog e em face das minhas cr\u00f4nicas publicadas na imprensa local[&#8230;]&#8221;<\/span><\/p>\n<p>Os fragmentos acima s\u00e3o da cr\u00f4nica Autorretrato e do meu discurso de posse, da minha autoria, publicada neste blog e no Jornal Pequeno<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;[&#8230;]Tenho procurado, sempre, um ponto de equil\u00edbrio. Como um p\u00eandulo, \u00e0s vezes oscilo, hesito, vou l\u00e1, venho c\u00e1. 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