Embuste
sm.
1 Mentira astuciosa us. para enganar ou enredar alguém; ENGODO
2 Armadilha (Fig.), esparrela, situação armada intencionalmente para lograr alguém
[F.: De or. incerta.]
Ex. Um juiz mais novo numa entrância, ser induzido a pensar – ou tentar fazer crer – que é mais antigo.

“Meu ofício é dizer o que penso”
(Voltaire)
“[…]O certo e recerto, ao que vejo e ao que sinto, desde o meu ponto de observação, é que precisamos, urgentemente, mudar a nossa imagem junto aos jurisdicionados. Ela, definitivamente, não nos iludamos, não é boa. Cá e lá; aqui e acolá, tanto faz. De norte a sul, de leste a oeste, o descrédito é o mesmo. Uns mais, outros menos, é verdade. Mas descrédito é descrédito. E a alma de uma instituição é a sua credibilidade[…]”
“Quer a faca caia no melão, ou o melão na faca, o melão vai sofrer”
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“Podemos escolher o que semear, mas somos obrigados a colher aquilo que plantamos”

Em tempo de paz convém ao homem serenidade e humildade; mas quando estoura a guerra deve agir como um tigre!

Em face das matérias que postei, dando conta de uma manobra subterrânea para criar obstáculo à minha promoção, devo dizer, para ser justo, que há vários desembargadores ( a maioria, sim) que já manifestaram a mim, pessoalmente, o desejo de que a minha promoção se consolide no próximo dia 03. Disso resulta a constatação de que, como em qualquer corporação, no Poder Judiciário prevalecem os bons, os éticos, os que não usam o poder para fazer o mal.
Ainda bem que é assim. Fosse diferente, se os maus prevalecessem dentro de uma instituição como o Poder Judiciário, aí, meu amigo, seria o fim, definitivamente.
Vamos aguardar o dia três. Pretendo, nesse dia, conhecer o plenário do Tribunal de Justiça do Maranhão. É isso mesmo! Eu não conheço o plenário do Tribunal de Justiça do meu Estado!
Não me perguntem, agora, por que não conheço o plenário do Tribunal de Justiça do meu Estado. Quando for oportuno, direi.
Em documento enviado a Mendes, que chefia STF e conselho, AMB diz que não é ouvida sobre ações que mudam rotina de magistrados
Para presidente da entidade, abusos devem ser resolvidos individualmente, e classe não pode ser prejudicada por causa de uma minoria
A AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros), entidade que representa 14 mil juízes de todo o país, disse ontem estar “inconformada” com o que chamou de “excessos” praticados pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça).
Em documento entregue ao presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Gilmar Mendes, que também preside o conselho, a associação reclama que nunca é ouvida durante a elaboração de resoluções e de atos normativos que interferem diretamente na vida de magistrados.
“A AMB […], ao tempo em que reconhece os avanços alcançados pela atuação do Conselho Nacional de Justiça […], manifesta sua preocupação e inconformismo com excessos verificados no desempenho de sua função normativa e controle dos atos administrativos”, diz o texto.
Leia mais em
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc2801201010.htm
A cada bela impressão que causamos, conquistamos um inimigo. Para ser popular é indispensável ser medíocre.
Oscar Wilde