Vou publicar, abaixo, um artigo capturado no blog do Marco D’eça, por entender que ele retrata, fielmente e em poucas linhas, o que as pessoas pensam, com razão, do Poder Judiciário, fruto dos nossos “erros” e da má conduta de uns poucos.
A matéria é indigesta, mas não podemos contestá-la, pois ele traduz apenas a realidade que muitos não querem – ou fingem não querer – ver.
sex, 03/02/12 por Marco D’Eça às 14:00h
Um prefeito só desvia recursos públicos por que sabe que sempre haverá um “juiz amigo” para inocentá-lo.
Um deputado comete crimes por que espera contar com o “abraço” do desembargador, que influencia nas decisões das instâncias inferiores.
Bandidos como Big-Big – finalmente morto nesta semana – debocham da polícia por que contam com juizes para colocá-lo de volta às ruas, sucessivas vezes.
Os demais poderes só são corruptos por que contam com a corrupção no Judiciário.
A sociedade também é masis criminosa por causa da corrupção do Judiciário.
Por isso, há de se comemorar a decisão do Supremo Tribunal Fderal sobre as prerrogativas do Conselho Nacional de Justiça.
O CNJ não é o ideal, mas trouxe um alento para os que se sentem a mercê de bandidos de toga em todas as instâncias e esferas da Justiça brasileira.
E eles são muitos, como definiu a própria corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon.
São desembargadores que ameaçam jornalistas com decisões intimidatórias; são juízes estaduais que negociam sentenças nos corredores dos tribunais; juízes federais que usam do cargo para fazer política às escondidas no interior e tráfico de influência nos órgãos feerais; e filho de magistrados que negociam ações nos tribunais.
Pelo menos, eles continuaram com a ameaça sob suas cabeças, ainda que se considerem semideuses.
E qualquer deslize moral ou legal, CNJ neles…
Acho um absurdo, mas já ouvi pessoas dizerem que não pretendem mais fazer concurso para a magistratura porque hoje em dia não é mais a mesma coisa ser juiz. Que com o CNJ na cola tudo mudou. Que não dá mais pra se ter aquela “liberdade” que se tinha antes. Pois bem. Se for pra pensar assim, é bom que tais pessoas fiquem mesmo bem longe do cargo.
Desmbargador José Luiz Almeida. Despida de qualquer interesse e todo tipo de assédio que vossa excelêcia sofre por causa do cargo que ocupa, venho expressar minha humilde opinião de cidadão, que acha que, vossa excelêcia é o melhor jurista deste estado quiçá do nordeste. Seu blog acompanho desde quando vossa excelência era o juiz titular da sétima vara criminal, ou seja, sou adimirador de vosso trabalho a algum tempo e hoje venho externar humildemente minha esperança no poder judiciário. Pois, sei que ainda há alguns poucos como o senhor que fazem a diferença e me fazem acreditar que ainda há esperança. (Rayan Braúna, Concurseiro almeijando o cargo de delegado federal)