Não sou melhor que ninguém

Eu já disse, reiteradas vezes, que não sou melhor que ninguém, muito menos que os meus colegas. Posso dizer, inobstante, que sou, sim, intenso na defesa das minhas posições e que, por ser assim, galvanizo uma certa antipatia.

Apesar de saberem que sou assim, ainda há os que teimam em me desafiar: algumas vezes veladamente; outras, quase explicitamente.

Mas que fique certo: não sou vestal, mas também não sou bobo. Eu sei, portanto, quando alguém tenta me atingir com a sua manifestação.

Mas que fique certo, ademais: não vou responder a nenhuma provocação.

Perde tempo, portanto, quem insiste em me afrontar.

E que não pensem que não respondo por covardia. Eu não respondo às provocações porque sou magistrado e magistrado tem que ter postura. E postura eu tenho. Dignidade, idem.

É isso.

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