Para os novos leitores do meu blog quero, mais uma vez, pedir desculpas, pois só agora me dei conta de que, quando fiz a migração do blog anterior para este, as sentenças e os artigos vieram sem as notas e referências bibliográficas. Assim é que um desavisado pode imaginar que estou me apropriando indevidamente da obra intelctual de outra pessoa. Vou fazer tudo para que, com os novos posts, essa omissão não ocorra.
Fico agradecido pela atenção, sobretudo por que nos últimos dias tenho sido visitado por uma média de 300 (trezentas) pessoas/dia.
Só agora, depois de inúmeras publicações, observo que nos meus artigos e sentenças estão sendo omitidas as notas e as referências bibliográficas, o que, de certa forma, mutila as minhas decisões. Confesso que não sei porque isso está acontecendo. Vou tentar resolver o problema.
Peço desculpas pelo ocorrido. Isso me desagrada profundamente, mesmo porque as citações ficam ser os devidos créditos, o que, de rigor, não é ético e nem legal.
Vou refazer, ainda hoje, algumas publicações, para ver se soluciono o problema.
A verdade é que me preocupei tanto em fazer a migração das matérias e em promover novas publicações, que não me dei conta da omissão.
Vou tentar republicar – ou editar – pelo menos as sentenças.
Peço sinceras desculpas. Não foi, claro, por má-fé.
A propósito da reunião com a Secretária de Segurança, tive a oportunidade de elaborar e apresentar várias propostas, tendo, antes, enumerado os principais dificuldades que temos no dia-a-dia das nossas atividades, em face da inação da Secretaria.
A seguir, como tinha prometido, seguem as reinvidicações
Continue reading “As reivindicações à Secretária de Segurança”
Para mim é tarefa impossível revisar todos os posts, razão pela qual é inevitável a publicação de matérias com erros de redação.
Peço, mais uma vez, que relevem os erros, pois eles decorrem muito mais da falta de tempo que da falta de esmero.
No dia 24 de abril de 2007, enviei uma carta à Des. Madalena Serejo, parabenizando-a pela sua eleição à vice-presidência do Tribunal de Justiça.
A carta é um tributo que presto a uma mulher – essa, sim – guerreira, reta, mãe exemplar, magistrada da melhor estirpe, exemplo a ser seguido.
Como a carta não trata de confidências, mas apenas de uma homenagem, vou republicá-la, como uma nova homenagem que lhe presto, agora em face de sua aposentadoria.
Observem que aproveito a ocasião para denunciar as nossas péssimas condições de trabalho.
Eis o inteiro teor da missiva. Continue reading “Carta a desembargadora Madalena Serejo”
Há apenas uma semana, com este novo blog, comecei a contabilizar os acessos. Hoje, passados apenas 07(sete) dias, já nos aproximamos das 700(setecentas)visitas, o que, para mim, é motivo de muito orgulho, considerando a infinidade de opções mais chamativas que tem o internauta. Fico muito mais orgulhoso, ademais, em face do perfil do internauta que acessa o meu blog.
Agradeço muito aos que me tem honrado com a sua visita.
Vou republicar, a seguir, a carta que enviei ao Desembargador Lourival Serejo, em face de sua promoção.
Nesta carta tem um pouco do meu perfil, das coisas que acredito e de como entendo deva ser o comprtamento do homem público.
Vamos, pois, à carta.
Acho que vale a pena relê-la. Continue reading “Carta ao Desembargador Lourival Serejo”
Fui contemplado pelo Soberano com a capacidade de pensar e escrever. Inspriação, pois, é o que não me falta. O que faz falta mesmo é o tempo. 24 (vinte e quatro) horas para todas as atividades que pretendo desenvolver não são suficientes. É, pois, em decorrência de absoluta falta de tempo que não tenho postado nenhuma crônica, que, afinal, é do que mais gosto.
Ultimamente, com várias sentenças para prolatar, o tempo que me resta é muito pouco.
Peço aos meus leitores que tenham paciência pois logo logo estarei postando novos artigos, novas crônicas, enfim.
Por enquanto vou me limitar a publicar sentenças e despachos que, afinal, são o mais relevante para os estudantes e prossionais da área.
Logo, logo, tão logo disponha de tempo, voltarei com as crônicas. Temas para elas não me faltam.